Eu fico impressionada. Tenho evitado ler jornais para não me aborrecer, mas esta foi demais.
Perguntado sobre o porquê de não ter votado nas eleições internas do próprio partido, Lula - o nosso presidente amado - disse sabiamente: "Não votei porque não votei". O tom soava tão importante como se seu sobrinho perguntasse porque você não comeu picolé de limão...
Não sei para vocês mas pra mim tá na cara o porquê... não queria se indispor com nenhum dos lados (nem com o Campo Majoritário, especificamente) e, especialmente, porque quis se colocar acima dessas coisas "mundanas". O PT já é pequeno para ele, agora ele olha como ferramenta o partido. Para não se opor aos "companheiros" e para proteger a própria imagem de arranhões, ele prefere fazer como quem não é com ele???
É incrível como ele ignora solenemente tudo o que está acontecendo. A corja que vendeu o país aos tucanos e aos pefelistas (não sei qual é o pior) está cantando a vitória mais uma vez. Não bastasse as denúncias contra o campo que não era pra ser majoritário a tempos, vem o descaso, como se aquilo pouco importasse. Nossa oposição é suja, o governo está infectado e ele precisa tomar ciência disso e atitudes, principalmente atitudes!!!!
Questiono a política econômica do Lula porque tenho fundamentos que poderíamos estar bem melhores, mas acho que em formas gerais ele faz um bom governo. Mas esse jeito Blazé dele olhar o partido não está combinando. Não dá pra fingir que não é com ele. Não dá pra visualizar uma parede que o deixe tão longe por tanto tempo.
Apenas pra frizar... eu votaria no Lula novamente. Mas ele precisa descer do lustra, sair do pedestal que se colocou para isso. Precisa voltar a estar próximo do povo.
A instituição nacional precisa sim de um líder como ele, mas acontece que precisa também de todo o resto. Precisa de um partido, um congresso, uma nação. Não apenas do líder. E, sinceramente, com o partido, o congresso, a corja-oposição e com a nação que temos, pediria a Deus para ter nascido na Argentina (para vocês verem o tamanho do meu desgosto).
E sobre o PT... graças a Deus eu desisti de me filiar ao PT. Com certeza estaria votando no Pont ou em outro mais radical. Eu, que fui militante na última eleição e fui com camisa, bandeirinha e adesivo do PT, desistí na hora de entregar a ficha.
Sorte... sentiria que meu dinheiro foi jogado fora se não tivesse desistido.
segunda-feira, setembro 26
sexta-feira, setembro 23
Ator da própria vida
Eu "descobri" recentemente que o mundo masculino se divide em dois tipos: homens que assistem e homens que fazem.
Muitos preferem assistir a vida dos outros (e o que os outros fazem de interessante) a fazer a própria vida mais aprazível, divertida, coloria e/ou sensual. Preferem ficar acomodados confortavelmente em seus lugares no cinema assistindo a um filme de aventura, a fazer da própria vida uma aventura. Preferem ver a diversão e a sensualidade na TV e na grama alheia, enquanto permite que a própria grama fique menos verde, mais seca por falta do que tanto admira na dos demais.
Preferem manter a felicidade à distância, a diversão à distância, a paixão à distância, a alegria à distância. Preferem ver seus amigos relatando suas aventuras e suas noitadas, a ir eles próprios à luta, atrás daquilo que querem. Ficam sentados na porta de casa esperando que tudo caia em seus colos, enquanto ficam sentados com a cerveja em uma mão e o controle remoto em outra. Enquanto isso, assistem na TV o que gostariam de ver para sí: a vitória em um jogo de futebol, uma profissão bem resolvida, um filme mais apimentado, uma vida mais interessante que a sua própria.
E enquanto ele fica prostrado vendo tudo isso passar - seja na tv, na janela de casa ou em sua própria cara - estão perdendo um tempo precioso: o de pegar o carro e viajar sem destino, o de jogar o futebol com os amigos, o de viver uma paixão arrebatadora, o de ir "pra night" junto com os "amigos grama-verde"... enfim, perdem o tempo vendo acontecer e invejando (mesmo que seja aquela "invejinha" inofensiva) ao invés de fazer acontecer.
Pensando bem, se trocarem os objetos de cobiça, talvez isso bem que se encaixe no "mundico" feminino também. Temos desejos e anseios diferentes, mas acredito que devemos agir da mesma forma. Mas fica a pergunta... porque não fazer acontecer?
Porque não ser o ator da própria vida?
Muitos preferem assistir a vida dos outros (e o que os outros fazem de interessante) a fazer a própria vida mais aprazível, divertida, coloria e/ou sensual. Preferem ficar acomodados confortavelmente em seus lugares no cinema assistindo a um filme de aventura, a fazer da própria vida uma aventura. Preferem ver a diversão e a sensualidade na TV e na grama alheia, enquanto permite que a própria grama fique menos verde, mais seca por falta do que tanto admira na dos demais.
Preferem manter a felicidade à distância, a diversão à distância, a paixão à distância, a alegria à distância. Preferem ver seus amigos relatando suas aventuras e suas noitadas, a ir eles próprios à luta, atrás daquilo que querem. Ficam sentados na porta de casa esperando que tudo caia em seus colos, enquanto ficam sentados com a cerveja em uma mão e o controle remoto em outra. Enquanto isso, assistem na TV o que gostariam de ver para sí: a vitória em um jogo de futebol, uma profissão bem resolvida, um filme mais apimentado, uma vida mais interessante que a sua própria.
E enquanto ele fica prostrado vendo tudo isso passar - seja na tv, na janela de casa ou em sua própria cara - estão perdendo um tempo precioso: o de pegar o carro e viajar sem destino, o de jogar o futebol com os amigos, o de viver uma paixão arrebatadora, o de ir "pra night" junto com os "amigos grama-verde"... enfim, perdem o tempo vendo acontecer e invejando (mesmo que seja aquela "invejinha" inofensiva) ao invés de fazer acontecer.
Pensando bem, se trocarem os objetos de cobiça, talvez isso bem que se encaixe no "mundico" feminino também. Temos desejos e anseios diferentes, mas acredito que devemos agir da mesma forma. Mas fica a pergunta... porque não fazer acontecer?
Porque não ser o ator da própria vida?
Diálogo
Local: Manoel e Joaquim - Largo do Machado
Cenário: Eu e umas amigas, que me raptaram no corredor do trabalho, para tomar um chopp. Mesa cheia, todas falando sobre besteiras. Depois do sexto chopp, toca o telefone.
- Alô?
- Oi Nina, tudo bem?
- Oi Cesar, tudo legal...
- Tá na faculdade?
- Tou... (!!!)
- Po, tou chegando aí... o cara de EBC vai dar aula?
- Não...
- Espera então que eu tou chegando aí.
- Falou.
Desligo o telefone.
- Garçom, mais um por favor!
... por que diabos eu falei que estava lá não sei. Mas o chopp tava bom. Foi mal Cesar... :P
Cenário: Eu e umas amigas, que me raptaram no corredor do trabalho, para tomar um chopp. Mesa cheia, todas falando sobre besteiras. Depois do sexto chopp, toca o telefone.
- Alô?
- Oi Nina, tudo bem?
- Oi Cesar, tudo legal...
- Tá na faculdade?
- Tou... (!!!)
- Po, tou chegando aí... o cara de EBC vai dar aula?
- Não...
- Espera então que eu tou chegando aí.
- Falou.
Desligo o telefone.
- Garçom, mais um por favor!
... por que diabos eu falei que estava lá não sei. Mas o chopp tava bom. Foi mal Cesar... :P
segunda-feira, setembro 19
I'm melt down
Eu fiz essa música a alguns dias (acho que a um mês atrás), justo no caminho inverso que costumo fazer... primeiro faço a música, depois faço a letra. Essa não... primeiro fiz a letra.
-------------------
Melt down
By the sun, in the morning,
I can feel your skin toutching on me
In the night, I run
but I don't know where to,
but I want to bring you to me
You're in everything...
in the lines that I draw,
in the dreams that I saw,
in the love that I feel...
For you, I melt down!
Where tonight I'll find
another pure soul to love?
When in this life, I'll find
another twin soul to give my heart?
I´ll love you for many years...
You're in everything!
In the lines that I draw,
in the dreams that I saw,
in the love that I felt...
For you, I'm melt down!
-------------------
Melt down
By the sun, in the morning,
I can feel your skin toutching on me
In the night, I run
but I don't know where to,
but I want to bring you to me
You're in everything...
in the lines that I draw,
in the dreams that I saw,
in the love that I feel...
For you, I melt down!
Where tonight I'll find
another pure soul to love?
When in this life, I'll find
another twin soul to give my heart?
I´ll love you for many years...
You're in everything!
In the lines that I draw,
in the dreams that I saw,
in the love that I felt...
For you, I'm melt down!
quinta-feira, setembro 15
Crônica brasileira
Fatinha era a típica moradora de uma grande cidade da região sudeste do Brasil. Acordava todos os dias às quatro e meia da manhã, fazia ginástica até cinco e meia, se arrumava e ia trabalhar. Depois de um dia inteiro de trabalho, ia para casa para o segundo tempo de sua jornada: seu marido e filhos - tinha dois.
Em um final de tarde de quarta-feira como outra qualquer, enquanto começava a se preparar psicologicamente para ir para casa, ela se olhou no espelho e viu em seu rosto suas linhas de expressão. Parou e pensou, em um flash, na sua vida. "Onde minha vida tomou um rumo diferente do que eu planejei?", pensou.
Fatinha sempre sonhou em ser médica mas, porque a grana era curta e porque o tempo era escasso, optou por fazer um curso de enfermagem. Tinha cultura e formação medianas, ainda era jovem e cheia de ideais, mas estes eram suplantados pelo cansaço do dia a dia. Sacudiu a cabeça e decidiu apressar o passo para chegar em casa.
Mal entrou pela porta, lá estava Zé, o marido - estatelado na frente da televisão, com uma cerveja bem em cima da madeira da mesa, assistindo... a CPI do mensalão. Deu boa noite e ia para o quarto, quando o marido gritou para trazer mais uma cerveja e mais petiscos. Olhou torto pensando "...antes era só quando tinha futebol, agora é todo o dia", e já ia para a cozinha, quando os dois meninos entram no quarto como bala, um puxando a orelha do outro e se jogando na cama aos socos.
Sem forças nem para reagir, Fatinha entrega ao marido o que pediu e senta ao seu lado. Quando diz que queria comentar uma coisa sobre seu dia, ele reclama: "Caramba, não tá vendo que tou assistindo a CPI?".
Começou então a rir. Riu freneticamente. Colocou uma saia comprida, pegou uma mochila antiga de seus filhos, colocou meia dúzia de roupas e dinheiro, deu as costas, e bateu a porta.
A última notícia que tive de Fatinha era que tinha se filiado ao PSTU, resolveu fazer faculdade de Filosofia, estava morando próximo a uma aldeia indígena em Roraima e atuando como militante do Greenpeace. E nunca mais voltou.
-----------
(Baseada em histórias e sentimentos reais, Fatinha é uma homenagem à muitas amigas que queriam ter o mesmo fim, mas não puderam - ou não quiseram)
Em um final de tarde de quarta-feira como outra qualquer, enquanto começava a se preparar psicologicamente para ir para casa, ela se olhou no espelho e viu em seu rosto suas linhas de expressão. Parou e pensou, em um flash, na sua vida. "Onde minha vida tomou um rumo diferente do que eu planejei?", pensou.
Fatinha sempre sonhou em ser médica mas, porque a grana era curta e porque o tempo era escasso, optou por fazer um curso de enfermagem. Tinha cultura e formação medianas, ainda era jovem e cheia de ideais, mas estes eram suplantados pelo cansaço do dia a dia. Sacudiu a cabeça e decidiu apressar o passo para chegar em casa.
Mal entrou pela porta, lá estava Zé, o marido - estatelado na frente da televisão, com uma cerveja bem em cima da madeira da mesa, assistindo... a CPI do mensalão. Deu boa noite e ia para o quarto, quando o marido gritou para trazer mais uma cerveja e mais petiscos. Olhou torto pensando "...antes era só quando tinha futebol, agora é todo o dia", e já ia para a cozinha, quando os dois meninos entram no quarto como bala, um puxando a orelha do outro e se jogando na cama aos socos.
Sem forças nem para reagir, Fatinha entrega ao marido o que pediu e senta ao seu lado. Quando diz que queria comentar uma coisa sobre seu dia, ele reclama: "Caramba, não tá vendo que tou assistindo a CPI?".
Começou então a rir. Riu freneticamente. Colocou uma saia comprida, pegou uma mochila antiga de seus filhos, colocou meia dúzia de roupas e dinheiro, deu as costas, e bateu a porta.
A última notícia que tive de Fatinha era que tinha se filiado ao PSTU, resolveu fazer faculdade de Filosofia, estava morando próximo a uma aldeia indígena em Roraima e atuando como militante do Greenpeace. E nunca mais voltou.
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(Baseada em histórias e sentimentos reais, Fatinha é uma homenagem à muitas amigas que queriam ter o mesmo fim, mas não puderam - ou não quiseram)
sexta-feira, setembro 9
Penso, logo questiono
(texto escrito em junho/05)
Talvez eu seja um pouco diferente da maioria das pessoas que conheço. Porque eu sou uma pessoa que pode ser considerada como intransigente quando se fala em aceitar idéias ou conceitos sem questionamento.
O filósofo Renée Descartes disse: "penso, logo existo".
Eu vou além: "penso, logo questiono".
Eu fui o tipo de criança que tudo perguntava o porquê, e se ele não me era dito, isso criava um sentimento de que eu estava sendo feita de idiota. Ou, no mínimo, que era pra eu não saber mesmo por enquanto, por algum motivo.
Jamais aceitei conceitos ou idéias sem que eu mesma fosse experimentar. Seja aquele amigo da faculdade que todos dizem que é fofoqueiro, aquele filme que todos dizem que é ruim, aquele sujeito que todos dizem pra não confiar, ou aquele professor que é muito carrasco com todo mundo, mas sempre foi super gente boa com você. Sempre que me diziam algo, eu fazia questão de ter a certeza dos fatos. Precavia-me, mas jamais aceitei o que me dizem sem que eu questione.
Acreditem: muitas vezes me surpreendi. Aquele fofoqueiro era apenas uma pessoa carente que precisava de uma amizade sincera, o filme era excelente mas o "crítico de plantão" não entendeu o seu sentido, o professor era carrasco mas dava uma aula show de bola e era uma excelente pessoa.
E jamais me permitia aceitar sem verificar ou questionar porque isso sempre me pareceu uma espécie de violência ao meu intelecto, é como se te passassem um atestado de que você não tem capacidade de sacar as coisas sozinha.
E assim, enquanto vivo, penso e questiono. E tiro a minha própria avaliação de cada coisa, com a certeza de não ter sido injusta com nada.
Talvez eu seja um pouco diferente da maioria das pessoas que conheço. Porque eu sou uma pessoa que pode ser considerada como intransigente quando se fala em aceitar idéias ou conceitos sem questionamento.
O filósofo Renée Descartes disse: "penso, logo existo".
Eu vou além: "penso, logo questiono".
Eu fui o tipo de criança que tudo perguntava o porquê, e se ele não me era dito, isso criava um sentimento de que eu estava sendo feita de idiota. Ou, no mínimo, que era pra eu não saber mesmo por enquanto, por algum motivo.
Jamais aceitei conceitos ou idéias sem que eu mesma fosse experimentar. Seja aquele amigo da faculdade que todos dizem que é fofoqueiro, aquele filme que todos dizem que é ruim, aquele sujeito que todos dizem pra não confiar, ou aquele professor que é muito carrasco com todo mundo, mas sempre foi super gente boa com você. Sempre que me diziam algo, eu fazia questão de ter a certeza dos fatos. Precavia-me, mas jamais aceitei o que me dizem sem que eu questione.
Acreditem: muitas vezes me surpreendi. Aquele fofoqueiro era apenas uma pessoa carente que precisava de uma amizade sincera, o filme era excelente mas o "crítico de plantão" não entendeu o seu sentido, o professor era carrasco mas dava uma aula show de bola e era uma excelente pessoa.
E jamais me permitia aceitar sem verificar ou questionar porque isso sempre me pareceu uma espécie de violência ao meu intelecto, é como se te passassem um atestado de que você não tem capacidade de sacar as coisas sozinha.
E assim, enquanto vivo, penso e questiono. E tiro a minha própria avaliação de cada coisa, com a certeza de não ter sido injusta com nada.
Futuro
Eu descobri a alguns dias o porquê de Deus não permitir que a gente saiba o nosso futuro. Não é bem uma descoberta, mas sabe aqueles estalos que você tem de repente?
É simples: é que, às vezes, ele pode ser surpreendente e/ou aterrorizante.
Eu ficaria mais covarde de saber de todos os desafios que passaria, ou mais corajosa de saber que eu venceria a todos eles.
Ficaria desesperada de saber que deixaria minha religião, a qual tinha como a mais perfeita e a verdade absoluta, mas ficaria aliviada de saber que descobriria assim quem realmente sou e que Deus não está na igreja, está em mim.
Choraria por saber das dores que viria a sentir por amor, das tristezas que passaria. Mas sorriria por saber que isso me preparou para momentos muito bons, e quem sabe, para coisas que são tão boas que não acreditaria que existem.
Eu talvez fosse mais reservada por conta das pessoas em que confiei e trairam minha confiança, aquelas que chamei de amigas mas que jamais o foram... mas, por outro lado, talvez fosse mais franca com aqueles que poderia ter ajudado com um simples dizer: "cuidado". E teria aprendido antes a confiar não nas palavras, mas no olhar.
Eu seria menos tensa com aqueles pequenos problemas do dia-a-dia, com aquelas coisas que aborrecem mas que conseguiram exterminar com o meu dia... mas daria mais importância aos pequenos momentos, e teria começado antes a olhar bem no fundo dos olhos.
Por isso Deus não permite que saibamos do dia de amanhã. Porque faríamos tudo diferente, e - talvez - ficaria tudo igual.
É simples: é que, às vezes, ele pode ser surpreendente e/ou aterrorizante.
Eu ficaria mais covarde de saber de todos os desafios que passaria, ou mais corajosa de saber que eu venceria a todos eles.
Ficaria desesperada de saber que deixaria minha religião, a qual tinha como a mais perfeita e a verdade absoluta, mas ficaria aliviada de saber que descobriria assim quem realmente sou e que Deus não está na igreja, está em mim.
Choraria por saber das dores que viria a sentir por amor, das tristezas que passaria. Mas sorriria por saber que isso me preparou para momentos muito bons, e quem sabe, para coisas que são tão boas que não acreditaria que existem.
Eu talvez fosse mais reservada por conta das pessoas em que confiei e trairam minha confiança, aquelas que chamei de amigas mas que jamais o foram... mas, por outro lado, talvez fosse mais franca com aqueles que poderia ter ajudado com um simples dizer: "cuidado". E teria aprendido antes a confiar não nas palavras, mas no olhar.
Eu seria menos tensa com aqueles pequenos problemas do dia-a-dia, com aquelas coisas que aborrecem mas que conseguiram exterminar com o meu dia... mas daria mais importância aos pequenos momentos, e teria começado antes a olhar bem no fundo dos olhos.
Por isso Deus não permite que saibamos do dia de amanhã. Porque faríamos tudo diferente, e - talvez - ficaria tudo igual.
VOLTEI
Voltei!
Depois de longo tempo, voltei.
Demorei porque precisava conhecer melhor uma pessoa: eu.
Mas agora estou de volta.
Apaixonada por mim mesma e pronta para o resto todo.
Abandonei meu lado 100% questionador por alguns minutos, e deixei voltar à tona a minha sensibilidade. Porque acho que quem se petrifica não pode escrever.
Aflorei a sensibilidade, me permití escrever textos, artigos e poesias novamente.
Resultado disso é a felicidade, e uma série de novas músicas que compús. Até uma pedra me faz compor.
Bem, voltei.
Depois de longo tempo, voltei.
Demorei porque precisava conhecer melhor uma pessoa: eu.
Mas agora estou de volta.
Apaixonada por mim mesma e pronta para o resto todo.
Abandonei meu lado 100% questionador por alguns minutos, e deixei voltar à tona a minha sensibilidade. Porque acho que quem se petrifica não pode escrever.
Aflorei a sensibilidade, me permití escrever textos, artigos e poesias novamente.
Resultado disso é a felicidade, e uma série de novas músicas que compús. Até uma pedra me faz compor.
Bem, voltei.
terça-feira, junho 28
So many times
Essa música quando toca na pista é tudo...
---
So many Times
(Gadjo)
So many times, I’m watchin' you
And I fell in love
in love with you
So many times... so many times...
You go out every night
tryin' to find a perfect love
you've lost the faith in yourself
you've fallen down in loneliness
The world is full of magic, can't you see
I'm your guardian angel, trust in me
So many times I've been watching you
and now I fell in love with you!
So many times I'm watching you
and now I fell in love with you
So many times... so many times... (repeat)
Do your heart, feel so lonely
think about your sweetest dream
close your eyes, and follow me
and I'll take you to my destiny
I'm thinking about you, all the time
when I keep my love to you, that's a crime
so many times I've been watching you
and now I fell in love with you!
So many times I'm watching you
and now I fell in love with you
So many times... so many times... (repeat)
---
So many Times
(Gadjo)
So many times, I’m watchin' you
And I fell in love
in love with you
So many times... so many times...
You go out every night
tryin' to find a perfect love
you've lost the faith in yourself
you've fallen down in loneliness
The world is full of magic, can't you see
I'm your guardian angel, trust in me
So many times I've been watching you
and now I fell in love with you!
So many times I'm watching you
and now I fell in love with you
So many times... so many times... (repeat)
Do your heart, feel so lonely
think about your sweetest dream
close your eyes, and follow me
and I'll take you to my destiny
I'm thinking about you, all the time
when I keep my love to you, that's a crime
so many times I've been watching you
and now I fell in love with you!
So many times I'm watching you
and now I fell in love with you
So many times... so many times... (repeat)
quarta-feira, junho 8
Hey ya...
Olá!
Cara, mil coisas. Uma das coisas mais bacanas: fiz uma caminhada show de bola em meio à vegetação de mata atlântica, lá no Parque Nacional de Itatiaia.
9 km de caminhadas, trilhas, diversão e banhos congelantes de cachoeira. Tudo o que eu precisava pra colocar meu astral lá em cima. ;)
As fotos vcs podem ver no meu fotolog
Além disso, findis com amigos, diversão, chopp (brigada pela recomendação, normando!), música e afins. Tudibom. ;)
Musiquinha rox que adoro tocar no violão, a de baixo. Boa semana a todos!
Cantada (Depois de ter você)
Adriana Calcanhoto
Parampapampapampapampapampá(4x)
Depois de ter você,
Pra que querer saber... que horas são?
Se é noite ou faz calor... se estamos no verão...
Se o sol virá ou não...
Ou pra que é que serve uma canção, como essa?
Depois de ter você, poetas para quê?
Os deuses, as dúvidas...
Pra que amendoeiras pelas ruas?
Para que servem as ruas... depois de ter você?
Depois de ter você,
Pra que querer saber... que horas são?
Se é noite ou faz calor... se estamos no verão...
Se o sol virá ou não...
Ou pra que é que serve uma canção, como essa?
Depois de ter você, poetas para quê?
Os deuses, as dúvidas...
Pra que amendoeiras pelas ruas?
Para que servem as ruas... depois de ter você?
Cara, mil coisas. Uma das coisas mais bacanas: fiz uma caminhada show de bola em meio à vegetação de mata atlântica, lá no Parque Nacional de Itatiaia.
9 km de caminhadas, trilhas, diversão e banhos congelantes de cachoeira. Tudo o que eu precisava pra colocar meu astral lá em cima. ;)
As fotos vcs podem ver no meu fotolog
Além disso, findis com amigos, diversão, chopp (brigada pela recomendação, normando!), música e afins. Tudibom. ;)
Musiquinha rox que adoro tocar no violão, a de baixo. Boa semana a todos!
Cantada (Depois de ter você)
Adriana Calcanhoto
Parampapampapampapampapampá(4x)
Depois de ter você,
Pra que querer saber... que horas são?
Se é noite ou faz calor... se estamos no verão...
Se o sol virá ou não...
Ou pra que é que serve uma canção, como essa?
Depois de ter você, poetas para quê?
Os deuses, as dúvidas...
Pra que amendoeiras pelas ruas?
Para que servem as ruas... depois de ter você?
Depois de ter você,
Pra que querer saber... que horas são?
Se é noite ou faz calor... se estamos no verão...
Se o sol virá ou não...
Ou pra que é que serve uma canção, como essa?
Depois de ter você, poetas para quê?
Os deuses, as dúvidas...
Pra que amendoeiras pelas ruas?
Para que servem as ruas... depois de ter você?
segunda-feira, maio 30
Pessoas
Cara, as pessoas são demais... pra bem e pra mal...
Como julgar uma pessoa com o seguinte perfil:
A pessoa erra. Você fala, a pessoa se arrepende e vc perdoa (mil vezes). A pessoa erra. Você briga, a pessoa torce o nariz e vc perdoa (dez mil vezes). A pessoa erra. Você dá um tratamento de choque (repete a mesma coisa) e a pessoa continua errando, e nem pede desculpa mais. E vc perdoa torcendo o nariz. A pessoa erra. Você some, a pessoa faz cara feia e vc perdoa de novo.
A pessoa erra. Você diz que não aceita mais isso e não perdoa. A pessoa não se arrepende. Vocês se afastam. Você perdoa o que passou muito à contra gosto tempos depois. E a pessoa erra de novo.
O que fazer com uma criatura dessas?
Abrir a cabeça dura a marretadas?
Ou simplesmente desistir?
... que saco!
Como julgar uma pessoa com o seguinte perfil:
A pessoa erra. Você fala, a pessoa se arrepende e vc perdoa (mil vezes). A pessoa erra. Você briga, a pessoa torce o nariz e vc perdoa (dez mil vezes). A pessoa erra. Você dá um tratamento de choque (repete a mesma coisa) e a pessoa continua errando, e nem pede desculpa mais. E vc perdoa torcendo o nariz. A pessoa erra. Você some, a pessoa faz cara feia e vc perdoa de novo.
A pessoa erra. Você diz que não aceita mais isso e não perdoa. A pessoa não se arrepende. Vocês se afastam. Você perdoa o que passou muito à contra gosto tempos depois. E a pessoa erra de novo.
O que fazer com uma criatura dessas?
Abrir a cabeça dura a marretadas?
Ou simplesmente desistir?
... que saco!
quarta-feira, maio 25
Opções
Eu tenho andado mt ocupada. E quando acho que vai sobrar um segundo pra fazer qualquer coisa, eu me ocupo. É o trabalho pra entregar, é a roupa pra passar, é a faxina por fazer, é a matéria pra estudar, é o projeto pra definir, é a tv pra consertar...
Estou tentando loucamente ocupar integralmente a minha cabeça.
Tenho tido insônia e falta de apetite.
Me disseram que estou apática e que isso é ruim.
Mas... quem se importa? Vão dizer: "Se foi sua decisão, se é o que você quer, porque está assim?"
Não entendem... não entendem o que ocorre e o que penso.
A faculdade tem uma matéria chamada "Teoria das Opções". Devia ter uma que falasse de opções pra tudo, inclusive pra vida pessoal, não apenas econômicas.
"Sei que faço isso pra esquecer... eu deixo a onda me acertar, e o vento vai levando tudo embora."
Estou tentando loucamente ocupar integralmente a minha cabeça.
Tenho tido insônia e falta de apetite.
Me disseram que estou apática e que isso é ruim.
Mas... quem se importa? Vão dizer: "Se foi sua decisão, se é o que você quer, porque está assim?"
Não entendem... não entendem o que ocorre e o que penso.
A faculdade tem uma matéria chamada "Teoria das Opções". Devia ter uma que falasse de opções pra tudo, inclusive pra vida pessoal, não apenas econômicas.
"Sei que faço isso pra esquecer... eu deixo a onda me acertar, e o vento vai levando tudo embora."
segunda-feira, maio 23
Post "não é pra entender mesmo"
No melhor estilo "bicheiro da Senhora do Destino", segue uma "música de minha autoria, minha e feita comigo mesmo". Não tem rimas (gosto muito delas) mas é bonitinha mesmo assim. Vou tirar no violão hoje (aliás, final de semana toquei bastante violão). Ah, e não tem sentido também. Nem graça.
A primeira poesia que escreví (não espalhem - na porta do banheiro do meu colégio quando era pré-adolescente) também não tinha sentido nenhum... e uma menina que entrou no banheiro dias depois leu pra amiga e disse: "é... deve ter algum sentido pra quem escreveu".
Poesia boa é poesia que tem sentido pra alguns. E só.
Mais difícil
É difícil estar só
Mais difícil é você se sentir só junto a alguém
Difícil é não ter paz
Mais difícil é não ter paz com quem se ama
Difícil é não ter um amor
Mais difícil é viver em conflito com o amor que se tem
Difícil é não ter família
Mais difícil é ser abandonado na chuva por ela
Difícil é chorar
Mais difícil é não ter mais lágrimas para derramar
Difícil é estar doente
Mais difícil é ser uma pessoa qualquer
Difícil é sentir solidão
Mais difícil é sentir solidão estando com alguém
Dificil é viver
Mais díficil ainda é o não saber porque...
Por isso tudo agradeço por ser quem sou.
A primeira poesia que escreví (não espalhem - na porta do banheiro do meu colégio quando era pré-adolescente) também não tinha sentido nenhum... e uma menina que entrou no banheiro dias depois leu pra amiga e disse: "é... deve ter algum sentido pra quem escreveu".
Poesia boa é poesia que tem sentido pra alguns. E só.
Mais difícil
É difícil estar só
Mais difícil é você se sentir só junto a alguém
Difícil é não ter paz
Mais difícil é não ter paz com quem se ama
Difícil é não ter um amor
Mais difícil é viver em conflito com o amor que se tem
Difícil é não ter família
Mais difícil é ser abandonado na chuva por ela
Difícil é chorar
Mais difícil é não ter mais lágrimas para derramar
Difícil é estar doente
Mais difícil é ser uma pessoa qualquer
Difícil é sentir solidão
Mais difícil é sentir solidão estando com alguém
Dificil é viver
Mais díficil ainda é o não saber porque...
Por isso tudo agradeço por ser quem sou.
quinta-feira, maio 12
Tudo velho
Tudo velho por aqui. Trabalhando d+. Essa semana estou exausta. Morta de cansada. Ritmo frenético no trabalho. De resto tudo bem.
Assistam o filme "Santos ou Soldados", sobre a II Guerra. Peguei pra ver no dvd com o namorado. excelente pedida. :)
bjs, e posto novamente assim que der.
Assistam o filme "Santos ou Soldados", sobre a II Guerra. Peguei pra ver no dvd com o namorado. excelente pedida. :)
bjs, e posto novamente assim que der.
quinta-feira, maio 5
:: Simplicidade
Um "triálogo" sabadesco, na casa da mami:
Eu indo embora pra casa, debaixo de frio e chuva
mami: "filha, vc vai nesse frio mesmo?"
eu: "vou mãe, senão quando mais tarde, mais cai a temperatura" (digo com minha irmã-do-meio ou mid-irmã observando)
mami: "essa vai com essa barriga de fora?"
eu, puxo a blusa pra baixo e digo: "pronto"
mid-irmã: "eu fico impressionada com ela. Se minha mãe dissesse isso pra mim, eu ia trocar de blusa ou procurar outro casaco que fechasse... mas ela não, simplesmente vai e abaixa a blusa..."
"... eu tenho impressão que viver a vida da Nina deve ser bem mais simples"
minha mãe rí. E eu digo: "e é mesmo". E suspiro. E dou uma risada tb.
-----------
Sim, é bem mais fácil enxergar a vida como procuro. É mais simples abaixar a blusa e pensar "dane-se". Atualmente, quase nunca esquento minha cuca com nada. Mas eu não completei o que queria dizer, e vim refletindo até minha casa sobre isso.
A risada foi porque eu rí por último. O suspiro foi pelo que já passou.
A simplicidade é atributo dos que tem sempre muitos problemas pra resolver. Não é exclusividade, mas costuma ser atributo. Geralmente, quem tem uma vida muito atribulada e ocupada (e não tou dizendo que a minha seja nem que a minha não seja, nem que a dela não seja) geralmente precisa simplificar. Minimiza os problemas mais simples. É uma questão de vida ou morte. Ou você simplifica, ou vc não vive.
A simplicidade não é uma questão apenas de estilo de vida, ou de ser cabeça fresca. Eu já fui a pessoa mais tensa e mais dificultosa que já existiu na face da terra. Até o momento que, depois de duas estafas, dois namoros - um falido e o outro indo pelo mesmo caminho - e alguns meses dormindo sob uma rajada de remédios, chazinhos e comprimidos fitoterápicos, eu simplesmente dei um basta.
Psicólogo não adiantava. Família não adiantava. Amigos não adiantavam. Namorado não adiantava. Precisava ser eu. Então, porque a vida me obrigou a ser assim, precisei simplificar.
A felicidade das pessoas dependem da capacidade delas aprenderem com mais rapidez ou não que precisam urgentemente simplificar a vida. Você pode viver sem qualidade nenhuma, se martirizando, se maltratando, porque você continua complicando sem querer, sem saber.
Então eu, pra não ficar completamente louca, me entreguei de braços abertos à simplicidade. Pouca coisa realmente me esquenta a cabeça hoje. Simplesmente porque não tenho mais tempo nem saco pra isso. rs.
E não é só o "deixa a vida me levar", mas saber pra onde ela tá te levando (ou desconfiar) e curtir isso simplesmente pelo fato que a vida é assim e que vc sabe que vai tirar algo bom. :-)
Eu tenho outro texto que escrevi sobre isso, mas vou deixar para uma próxima oportunidade, porque entra em outro assunto: a felicidade através da busca do seu eu verdadeiro.
Eu indo embora pra casa, debaixo de frio e chuva
mami: "filha, vc vai nesse frio mesmo?"
eu: "vou mãe, senão quando mais tarde, mais cai a temperatura" (digo com minha irmã-do-meio ou mid-irmã observando)
mami: "essa vai com essa barriga de fora?"
eu, puxo a blusa pra baixo e digo: "pronto"
mid-irmã: "eu fico impressionada com ela. Se minha mãe dissesse isso pra mim, eu ia trocar de blusa ou procurar outro casaco que fechasse... mas ela não, simplesmente vai e abaixa a blusa..."
"... eu tenho impressão que viver a vida da Nina deve ser bem mais simples"
minha mãe rí. E eu digo: "e é mesmo". E suspiro. E dou uma risada tb.
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Sim, é bem mais fácil enxergar a vida como procuro. É mais simples abaixar a blusa e pensar "dane-se". Atualmente, quase nunca esquento minha cuca com nada. Mas eu não completei o que queria dizer, e vim refletindo até minha casa sobre isso.
A risada foi porque eu rí por último. O suspiro foi pelo que já passou.
A simplicidade é atributo dos que tem sempre muitos problemas pra resolver. Não é exclusividade, mas costuma ser atributo. Geralmente, quem tem uma vida muito atribulada e ocupada (e não tou dizendo que a minha seja nem que a minha não seja, nem que a dela não seja) geralmente precisa simplificar. Minimiza os problemas mais simples. É uma questão de vida ou morte. Ou você simplifica, ou vc não vive.
A simplicidade não é uma questão apenas de estilo de vida, ou de ser cabeça fresca. Eu já fui a pessoa mais tensa e mais dificultosa que já existiu na face da terra. Até o momento que, depois de duas estafas, dois namoros - um falido e o outro indo pelo mesmo caminho - e alguns meses dormindo sob uma rajada de remédios, chazinhos e comprimidos fitoterápicos, eu simplesmente dei um basta.
Psicólogo não adiantava. Família não adiantava. Amigos não adiantavam. Namorado não adiantava. Precisava ser eu. Então, porque a vida me obrigou a ser assim, precisei simplificar.
A felicidade das pessoas dependem da capacidade delas aprenderem com mais rapidez ou não que precisam urgentemente simplificar a vida. Você pode viver sem qualidade nenhuma, se martirizando, se maltratando, porque você continua complicando sem querer, sem saber.
Então eu, pra não ficar completamente louca, me entreguei de braços abertos à simplicidade. Pouca coisa realmente me esquenta a cabeça hoje. Simplesmente porque não tenho mais tempo nem saco pra isso. rs.
E não é só o "deixa a vida me levar", mas saber pra onde ela tá te levando (ou desconfiar) e curtir isso simplesmente pelo fato que a vida é assim e que vc sabe que vai tirar algo bom. :-)
Eu tenho outro texto que escrevi sobre isso, mas vou deixar para uma próxima oportunidade, porque entra em outro assunto: a felicidade através da busca do seu eu verdadeiro.
segunda-feira, maio 2
Momento findi
Meu final de semana foi ótimo.
Na sexta saí do trabalho e ganhei muito colinho da minha mãe. Estava moooooooooooorta de saudades dela. E sabe quando vc se odeia porque não tem mt tempo pra dar atenção pra todo mundo? Eu sou assim. Uma eterna atormentada com o tempo. Precisava de ter no mínimo 72 horas por dia, pra dar cabo de tudo o que queria fazer.
No sábado eu matei a saudade foi do ensopadinho de carne com batata da minha mãe. Tudo de boooooooooommmm!!! Depois, à noite, encontrei o namorado e depois de jantarmos (já comeram no Montana Grill??? O restaurante do Chitãozinho e Xororó. É ótimo!) fomos ver o excelente filme do John :-* Travolta , o Be Cool. Cara.... o que dizer... É maravilhoso. Rimos do início ao fim, e como sempre, o John :-* Travolta estava ótimo no papel. Eu amo esse homem! hauhauhauahuahuaha!
Domingo, passei morcegando o tempo todo com o namorado. Ele me prometeu, não ia deixar eu ir embora. Cumpriu a promessa. Cheguei no sábado a noite na casa dele e só saí hoje de manhã direto pro trabalho. Ficamos lá ontem morcegando, depois fomos à rua pra comer um Mc'Donalds de tarde (comprei uma Hello Kitty princesa!!!) e, de noite, preparei um macarrão à carbonara. Ok, era dos de saquinho. huahauhauhauahaha. Vimos um filme do Mel Gibson triste a rodo. Falava sobre a guerra do vietnã. Não sei o nome, não me perguntem, mas é terrível. Quer dizer, é bom, mas mt mt mt triste. Aliás, fiquei de saco cheio. 500 mil filmes, documentários e notinhas televisivas sobre o Vietnã. Eu, logo eu, que odeio essas guerras yankees.
E é isso. Me diverti, descansei, vi minha mãe, dei uma de amélia e só não pude ir na casa do meu pai, que devo ir hj. Ô família carente! rssssss!
Na sexta saí do trabalho e ganhei muito colinho da minha mãe. Estava moooooooooooorta de saudades dela. E sabe quando vc se odeia porque não tem mt tempo pra dar atenção pra todo mundo? Eu sou assim. Uma eterna atormentada com o tempo. Precisava de ter no mínimo 72 horas por dia, pra dar cabo de tudo o que queria fazer.
No sábado eu matei a saudade foi do ensopadinho de carne com batata da minha mãe. Tudo de boooooooooommmm!!! Depois, à noite, encontrei o namorado e depois de jantarmos (já comeram no Montana Grill??? O restaurante do Chitãozinho e Xororó. É ótimo!) fomos ver o excelente filme do John :-* Travolta , o Be Cool. Cara.... o que dizer... É maravilhoso. Rimos do início ao fim, e como sempre, o John :-* Travolta estava ótimo no papel. Eu amo esse homem! hauhauhauahuahuaha!
Domingo, passei morcegando o tempo todo com o namorado. Ele me prometeu, não ia deixar eu ir embora. Cumpriu a promessa. Cheguei no sábado a noite na casa dele e só saí hoje de manhã direto pro trabalho. Ficamos lá ontem morcegando, depois fomos à rua pra comer um Mc'Donalds de tarde (comprei uma Hello Kitty princesa!!!) e, de noite, preparei um macarrão à carbonara. Ok, era dos de saquinho. huahauhauhauahaha. Vimos um filme do Mel Gibson triste a rodo. Falava sobre a guerra do vietnã. Não sei o nome, não me perguntem, mas é terrível. Quer dizer, é bom, mas mt mt mt triste. Aliás, fiquei de saco cheio. 500 mil filmes, documentários e notinhas televisivas sobre o Vietnã. Eu, logo eu, que odeio essas guerras yankees.
E é isso. Me diverti, descansei, vi minha mãe, dei uma de amélia e só não pude ir na casa do meu pai, que devo ir hj. Ô família carente! rssssss!
sexta-feira, abril 22
As voltas que o mundo dá ;)
A vida é engraçada... a minha frase preferida, que tem tudo a ver com o meu momento hoje, é: "Quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas".
Porque eu tou feliz e porque eu recebí uma declaração de amor linda hoje, eu vou falar apenas de coisas bobas. Jurei pra mim mesma, esses dias, levar a vida menos a sério. ;)
Final de semana passado eu conheci novas pessoas em uma reunião kardecista pra jovens. Gostei muito de lá. Depois, fomos pra casa da minha amiga Marcela, de onde nós e mais uns amigos (dos novos) fomos para a praia do Leme pra comer batata frita, tomar coca cola e ver o mar.
Essa semana foi especialmente preguiçosa pra mim. Fui pouco à faculdade, dormi muito, etc. Conversei muito com amigas. Neguei um convite pra ir a uma danceteria pelo simples motivo que não é minha praia.
Ontem, feriado, eu fiquei em casa estudando a tarde, e a noite saí com o namorado. Fomos num rodízio de crepes, e depois demos uma volta no shopping. Ele comprou uma sandália pra ele, e passeamos. Comprei uns incensos lá pra casa, pra repor meu estoque (que nada mais é que uma caixa de sapato cheia até a boca de caixinhas de incensos, devidamente inventariadas). Depois fomos pra casa dele, onde dormimos escutando a tempestade que estava caindo.
Hoje a única coisa que quero do resto do dia (já que estou trabalhando) é engatilhar tudo pro técnico instalar meu fogão amanhã e namorar bastante. Especialmente namorar bastante. E se o amor da minha vida, mesmo que brincando, me pedir em casamento, dessa vez vou dizer sim. :P
Em tempo: meu fotolog
Bom final de semana a todos! Blessed be!
Porque eu tou feliz e porque eu recebí uma declaração de amor linda hoje, eu vou falar apenas de coisas bobas. Jurei pra mim mesma, esses dias, levar a vida menos a sério. ;)
Final de semana passado eu conheci novas pessoas em uma reunião kardecista pra jovens. Gostei muito de lá. Depois, fomos pra casa da minha amiga Marcela, de onde nós e mais uns amigos (dos novos) fomos para a praia do Leme pra comer batata frita, tomar coca cola e ver o mar.
Essa semana foi especialmente preguiçosa pra mim. Fui pouco à faculdade, dormi muito, etc. Conversei muito com amigas. Neguei um convite pra ir a uma danceteria pelo simples motivo que não é minha praia.
Ontem, feriado, eu fiquei em casa estudando a tarde, e a noite saí com o namorado. Fomos num rodízio de crepes, e depois demos uma volta no shopping. Ele comprou uma sandália pra ele, e passeamos. Comprei uns incensos lá pra casa, pra repor meu estoque (que nada mais é que uma caixa de sapato cheia até a boca de caixinhas de incensos, devidamente inventariadas). Depois fomos pra casa dele, onde dormimos escutando a tempestade que estava caindo.
Hoje a única coisa que quero do resto do dia (já que estou trabalhando) é engatilhar tudo pro técnico instalar meu fogão amanhã e namorar bastante. Especialmente namorar bastante. E se o amor da minha vida, mesmo que brincando, me pedir em casamento, dessa vez vou dizer sim. :P
Em tempo: meu fotolog
Bom final de semana a todos! Blessed be!
segunda-feira, abril 18
Fotitas!
Ah, gente!
Já que falei do meu coaching aqui a alguns posts atrás, informo: existe fotita dele e de um puta amigo meu aqui do trabalho, juntos di mim.
Quem ainda não tem meu fotolog, deixa o email no comment que eu envio o endereço pra vcs.
bjks!
Já que falei do meu coaching aqui a alguns posts atrás, informo: existe fotita dele e de um puta amigo meu aqui do trabalho, juntos di mim.
Quem ainda não tem meu fotolog, deixa o email no comment que eu envio o endereço pra vcs.
bjks!
Confronto interior
Existem determinadas épocas de sua vida em que você precisa se confrontar com alguma característica sua ou com algum medo seu. Algo que é seu e que te incomoda, ou um medo gigante que você tem que enfrentar para se libertar dele.
Nessas épocas, tudo o que passa na sua cabeça o tempo inteiro, que fica te rondando, é o confronto.
Existem duas opções, encarar ou fugir e adiar o combate.
Se você encara, você fica inseguro, fica isolado, fica com medo do final. Tudo é questionado. Tudo leva àquele assunto, tudo te transtorna. O humor fica instável. Você tem vontade de parar o tempo e resolver tudo o que tá pendente, pra depois continuar a caminhar.
Mas o tempo não pára. A vida não pára. Você não pode parar.
Então, você prossegue, na corda bamba, até chegar ao outro lado, até chegar ao final.
Dois são os finais prováveis: você vence, e aquilo passa a ser uma etapa morta na sua vida, um karma queimado, uma prova ultrapassada e nunca mais vai te incomodar, ou você perde e promete (obrigado, mas promete) que a revanche virá. Você entregou os pontos, e o combate terá que recomeçar numa próxima vez.
Mas o tempo é rápido porém paciente.
A outra opção é adiar o combate sem tentat o confronto, caso você ainda não esteja pronto. Mas a hora vai chegar um dia, e quanto mais adiado, maior o incômodo do combate. Mas, com certeza, um dia você vai ter que se deparar de frente com a face do seu inimigo.
A grosso modo, é aquela pessoa que morre de medo de barata mas está com uma bem adiante e está sozinha em casa. Ela pode enfrentar o medo e matar a barata, pode enfrentar o medo e depois sair correndo porque a coragem não foi suficiente e ela voou, ou simplesmente sair correndo e chamar alguém. Mas a barata vai ter andado, e você não vai saber onde ela está.
E assim a vida segue, porque assim gira a roda dos dias, assim é a vida. Esse é o caminho.
Em tempo: eu estou de frente com o meu inimigo, e ele é bem mais sério que uma barata, porém não é absurdo e nem tão difícil como parecia antes de eu enfrentá-lo. Mas é algo que sempre me pôs medo e me tirou a coragem de caminhar.
E estou vencendo. :)
Nessas épocas, tudo o que passa na sua cabeça o tempo inteiro, que fica te rondando, é o confronto.
Existem duas opções, encarar ou fugir e adiar o combate.
Se você encara, você fica inseguro, fica isolado, fica com medo do final. Tudo é questionado. Tudo leva àquele assunto, tudo te transtorna. O humor fica instável. Você tem vontade de parar o tempo e resolver tudo o que tá pendente, pra depois continuar a caminhar.
Mas o tempo não pára. A vida não pára. Você não pode parar.
Então, você prossegue, na corda bamba, até chegar ao outro lado, até chegar ao final.
Dois são os finais prováveis: você vence, e aquilo passa a ser uma etapa morta na sua vida, um karma queimado, uma prova ultrapassada e nunca mais vai te incomodar, ou você perde e promete (obrigado, mas promete) que a revanche virá. Você entregou os pontos, e o combate terá que recomeçar numa próxima vez.
Mas o tempo é rápido porém paciente.
A outra opção é adiar o combate sem tentat o confronto, caso você ainda não esteja pronto. Mas a hora vai chegar um dia, e quanto mais adiado, maior o incômodo do combate. Mas, com certeza, um dia você vai ter que se deparar de frente com a face do seu inimigo.
A grosso modo, é aquela pessoa que morre de medo de barata mas está com uma bem adiante e está sozinha em casa. Ela pode enfrentar o medo e matar a barata, pode enfrentar o medo e depois sair correndo porque a coragem não foi suficiente e ela voou, ou simplesmente sair correndo e chamar alguém. Mas a barata vai ter andado, e você não vai saber onde ela está.
E assim a vida segue, porque assim gira a roda dos dias, assim é a vida. Esse é o caminho.
Em tempo: eu estou de frente com o meu inimigo, e ele é bem mais sério que uma barata, porém não é absurdo e nem tão difícil como parecia antes de eu enfrentá-lo. Mas é algo que sempre me pôs medo e me tirou a coragem de caminhar.
E estou vencendo. :)
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